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terça-feira, 1 de maio de 2012

Chrono Trigger



“Em um passado há muito esquecido, Lavos veio a Terra. Faminto, trouxe a destruição global separando os continentes, absorveu toda a vida, e depois de saciar sua fome pelo caos, descansou, enterrando-se no mais profundo dos abismos. Agora, Lavos está acordando de seu sono milenar, fortalecendo-se, alimentando-se das profundezas da Terra. Em um futuro próximo, ele sairá dos subterrâneos, e a vida no planeta desaparecerá novamente. Alguém conheceu esse futuro, e conheceu também o passado, e só esse alguém poderá reescrever o trágico final da história da humanidade”


O ano era o de 1995. Era lançado no Japão um console de role-playing game, pelas mãos da Squaresoft, o fruto de um ambicioso projeto que já se estendia por mais de três anos, um grandioso game em um cartucho de tamanho absurdo de 32MB (absurdo para a época), que prometia ser o maior dos RPG’s já lançados até então, e que é considerado até hoje e por muitos, a obra máxima da softhouse.


Sucesso absoluto, o game lançado para o Super Nintendo, ou Super Famicom no Japão, se tornou rapidamente um dos games de maior vendagem da história da produtora. Aclamado pela crítica da época, atingiu um status inimaginado até antes de seu lançamento. Tornava-se um clássico, uma verdadeira obra prima dentre os de sua categoria.


Tornou-se o marco de toda uma geração que, graças a ele, passou a procurar por RPG’s de qualidade, mostrou novos caminhos a um gênero que ainda estava sendo descoberto no ocidente onde, até então, poucos RPG’s eram lançados e atingiam sucesso por essas bandas, ajudou e muito na popularização do gênero.


O sucesso de Chrono Trigger durou tanto tempo que anos depois, fora lançado e com grande sucesso, uma versão do game para PSone.


A verdade é que os motivos para isso não eram poucos, a começar pela incrível história criada para o game. Baseada em viagens no tempo, o roteiro pode ser considerado como um dos mais completos e profundos já feitos, com uma dose certa de drama, comédia e ficção. A história pode ser resumida da seguinte forma: “Frente aos olhos incrédulos de Crono e Lucca, um inesperado portal dimensional causa o desaparecimento de uma misteriosa garota durante uma mal-sucedida experiência de teletransporte. Crono decide tomar o mesmo caminho, a fim de localizar e salvar a garota, sendo seguido por Lucca. Logo percebem que o mundo na qual eles agora estão ainda é o mesmo, mas diferente. Não se tratava apenas de um portal dimensional, mas de um portal temporal: eles estão no passado! Assim tem início a maior das aventuras da vida de Crono, onde suas viagens através das eras lhe mostrarão um desesperador futuro de destruição, mas que pode, junto de seus novos amigos, terem sua história reescrita, para o bem da humanidade”. Não é exagero dizer que um livro de literatura/ficção contando a história de Chrono Trigger seria um grande Best Seller!


Trata-se de uma história maleável, que pode ter até 13 desfechos diferentes, de acordo com suas opções durante o jogo, e isso garante uma vida útil inigualável ao game, pois se pode terminá-lo e recomeçar um novo jogo sem perda de itens e experiência, em busca de outros finais. Um fator extremamente interessante do game é que muitos de seus atos no passado causam transformações no futuro, como por exemplo, se o jogador optar por não pegar um item em um baú no passado, poderá pegar o mesmo item no futuro só que muito mais poderoso. Todos os personagens do game são extraordinariamente cativantes, possuem personalidade, com papéis de suma importância no desenrolar dos acontecimentos vindouros da aventura, inclusive, interferindo-nos diversos finais. Não é sempre que outro personagem, senão o principal é escolhido como o preferido no game, mas aqui, qualquer um deles pode receber esse título.


Detalhados ao extremo, vivos e coloridos, explorando até então, o máximo da capacidade do console. Estas regras se aplicam a todos os ambientes do game, desde florestas e calabouços, às animações dos personagens e inimigos. O cuidado com os mínimos detalhes pode ser percebido em qualquer localidade nas sombras em movimento, nos efeitos de luz e transparência, no genial design dos castelos, cidades, personagens e monstros, que por sinal, possuem uma quantidade enorme de sprites de animação. Na versão para PSO, foram adicionados lindos vídeos em anime feitos pelos estúdios de Akira Toryama, que foram distribuídos pelo game desde sua abertura até seu final de modo a realçar as mais importantes passagens do game.


Isto deu ao jogo um charme todo especial, e como seus gráficos eram bons até mesmo para o padrão PS1, as animações o deixaram atualizado para aquela nova geração de consoles, onde o game cativou uma nova geração de fãs que se tornaram sedentos por uma continuação 3D do game, como aconteceu com Final Fantasy VII.


A equipe de desenvolvimento de Chrono Trigger foi liderada por três designers que Square apelidou de "Dream Team", composto por Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy; Horii Yuji e Akira Toriyama (responsável pelo design de personagens da série de games e animes Dragon Quest e criador do universo de Dragon Ball), dois designers freelancers conhecidos por seu trabalho em séries Enix, Dragon Quest; Nobuo Uematsu, compositor para a série Final Fantasy, e Kazuhiko Aoki, que produziu o jogo. Masato Kato escreveu a maior parte da trama, enquanto compositor Yasunori Mitsuda marcou a maior parte do jogo antes de cair doente e adiando restantes faixas de Nobuo Uematsu.


A trilha sonora desse game ainda pode ser encontrada, com alguma dificuldade, à venda no Japão ou em importadoras especializadas. Trata-se de um CD “triplo”, que contém todas as maravilhosas melodias presentes no game.


Sabe-se que é costumeira a venda de CD’s contendo as trilhas musicais dos games mais populares no oriente, mas tamanho foi à quantidade de melodias compostas para Chrono Trigger que pela primeira vez era lançado um CD triplo, tratamento diferenciado que nenhum outro game até então havia recebido e que continua raro até hoje. Melodias dignas de prêmios, que agiam aliadas a efeitos sonoros limpos e de altíssima qualidade, conjunto este responsável pela tamanha imersão que o game causa em quem o joga, um trabalho de perfeição quase inatingível.


O sistema de batalhas foi, talvez, o mais inovador e bem sucedido da história dos games. A princípio, via-se o de sempre: batalhas baseadas em turnos, mas bastavam algumas horas de jogo para que se pudesse perceber a maestria com que o mesmo foi elaborado. A possibilidade de ataques combinados entre os personagens com diferentes efeitos abria um leque imenso de estratégias a serem utilizadas contra os inimigos, que não eram vencidos apenas devido ao alto ou baixo nível dos personagens. Era necessário conhecê-los, saber seus ataques e como anulá-los, conhecer suas fraquezas e explorá-las. As batalhas aconteciam sem nenhuma mudança de local ou de plano, e nem era preciso mudá-las, uma vez que os gráficos do game eram perfeitos para a ambientação das mesmas.


Os monstros eram visíveis no mapa, e podia-se desviar deles de modo a não entrar em batalhas desnecessárias, diferentemente dos RPG’s clássicos da época, que seguiam a regra de “batalhas aleatórias a todo o momento” que vinham sem aviso prévio, e muitas vezes mais irritavam do que divertiam. A combinação deste fator somado ao inovador sistema de batalha criava uma atmosfera onde era extremamente divertido e desafiador entrar em batalhas e testar suas técnicas e ataques combinados nos variados inimigos do game.


Um mapa enorme, cheio de localidades distintas e extremamente originais. Na verdade, dizer que as localidades são originais é pouco para Chrono Trigger: elas foram cuidadosamente elaboradas e desenhadas para retratar com perfeição as diversas passagens temporais que o game possui. É possível visitar a mesma localidade em um tempo passado ou futuro, e ver as mudanças ambientais que elas sofrem, e isso torna o mapa completo do game extremamente grande! Era algo parecido com o que já se havia visto em The Legend of Zelda: a Link to the Past, lançado bastante tempo antes, e que serviu de idéia base para a elaboração das viagens temporais, que são o elemento chave de Chrono Trigger.


A arquitetura dos castelos, calabouços, florestas e afins foram feitos também com o intuito de o jogador manter um bom nível de interação com os mesmos, de modo a resolver quebra-cabeças e desafios que tornavam a aventura muito mais atraente, e fugiam um pouco do padrão “apenas lute e assista a história” que muitos RPG’s da época adotavam, mas que definitivamente não agradava a todos.


Sim, sem dúvida, Crono Trigger é um game que atingiu a perfeição em todos os sentidos. Seu sucessor Chrono Cross, que é um excelente game de qualidade ímpar, desenvolvido também pela Square, não obteve nem a décima parte do sucesso atribuído ao primeiro, e não poderia ser diferente, pois o talento da equipe original de produção, seus designers, seus compositores, completaram-se de uma maneira única, que jamais poderia ser superada.


Pode-se dizer que este foi um marco na história dos rpg’s, uma verdadeira evolução no gênero. Um local maravilhoso, criado para divertir, entreter e emocionar jogadores de todo o mundo, um dos melhores games da história!


Personagens:


Crono (クロノ Kurono) é o protagonista do jogo. Mora com sua mãe em Truce, um vilarejo governado pelo reino de Guardia, em 1000 A.D. O encontro acidental que tem com Marle inicia sua aventura para salvar o mundo. Em 12.000 B.C., quando o grupo confronta-se com Lavos em um palácio subterrâneo do reino de Zeal, Crono sacrifica-se para salvar seus amigos. Mais tarde, o grupo pode revivê-lo. Suas falas nunca são exibidas, apenas sugeridas através de gestos e reações do personagem. Crono utiliza uma katana como arma, e após adquirir habilidade mágica, suas técnicas tornam-se orientadas ao uso de raios eléctricos. Seu nome pode querer significar "Chrono", com o "h" faltando devido à restrição de no máximo 5 letras para os nomes dos personagens.


Lucca (ルッカ Rukka) é uma genial inventora, habitante de Truce em 1000 A.D. e amiga de Crono. Valendo-se de sua inteligência e criatividade, e com o auxílio de seu pai, Lucca inventou um teletransportador de curto alcance. Ela culpa-se pelo acidente que paralisou sua mãe em 990 A.D., evento que a motivou a estudar o campo das ciências. Mais tarde ela tem a oportunidade de revisitar o incidente e mudar os acontecimentos. Em uma feira milenar no reino, seu teletransportador aparentemente falha e envia Marle de volta no tempo, fazendo com que Crono e Lucca partam em sua busca. Lucca combate com uma pistola e um martelo e, quando aprende a usar magias, se vale de técnicas baseadas em fogo.


Marle (マール Māru) é a princesa rebelde de Guardia. Seu nome verdadeiro é Nadia (Marudia na versão japonesa), e ela vive em pé-de-guerra com seu pai, o rei, no ano de 1000 A.D. Entediada da vida no castelo, ela foge para uma feira comemorativa em Truce. Lá, encontra Crono e experimenta o teletransportador de Lucca, que a envia ao ano de 600 A.D., onde ela é confundida com a desaparecida Rainha Leene (sua ancestral). Isso faz com que a busca pela verdadeira rainha termine, criando um paradoxo que destrói a existência de Marle até que Crono e Lucca revertam-no, ao encontrar e salvar a verdadeira rainha. Ela usa uma besta como arma, e após adquirir habilidades mágicas, aprende a utilizar técnicas de gelo e de cura.


Frog (カエル Kaeru) é reino de Guardia em 600 A.D., cujo verdadeiro nome é Glenn. Ele era escudeiro de Cyrus, um "Cavaleiro da Tavola Quadrada" ("Cavaleiro de Guardia" na versão DS). Glenn testemunhou o assassinato de Cyrus por Magus e foi transformado em um sapo antropomórfico. Frog dedica sua vida a proteger a rainha Leene e deseja vingar Cyrus, matando Magus. Ele é o verdadeiro portador da Masamune, uma antiga e lendária espada, maior fraqueza de Magus. Frog pode posteriormente dar descanso ao fantasma de Cyrus, e tem a oportunidade tanto de vencer Magus quanto de se aliar a ele. Se Frog combate e vence Magus, ele se tornará humano novamente ao fim do jogo. Frog usa uma espada larga e pode aprender a usar magias de água.


Robo (ロボ Robo) é um robô criado para auxiliar humanos em Proto Dome. Ele é encontrado desativado e danificado, e é consertado por Lucca. Após reativação, une-se à equipe. Seu nome real é Prometheus. Ele usa seu braço robótico como arma e não utiliza magia (embora seja equipada com armas laser, cujo dano é similar ao de magias do tipo “sombra”). O alter-ego de Robo, Prometeu, é uma referência ao deus grego que foi punido por Zeus por dar o fogo ao homem. Em uma aventura opcional, Robo é punido por sua criadora, Mother Brain, por ter simpatia pelos humanos. Ele descobre então que, na verdade, foi criado para ajudar a destruí-los, mas renega sua função original e destrói seus criadores. Em Chrono Cross, Robo aparece como o "Circuito Prometheus" pertencente ao computador FATE, mas é destruído por ele, por não desempenhar funções contra os humanos.


Ayla (エイラ Eira) é a chefe da tribo Ioka em 65.000.000 B.C. Seu povo está em guerra constante com uma raça evoluída e inteligente de répteis antropomórficos da era pré-histórica. Depois que Lavos atinge o planeta, a poeira do choque lançada na atmosfera bloqueia o sol, o que causa o surgimento de uma era glacial e a extinção dos Reptites. Após o ocorrido, passa a acompanhar o grupo de Crono. Ayla não pode usar magias porque nasceu antes do surgimento do reino de Zeal. Ao invés disso, ela utiliza seus punhos como armas e se vale de habilidades físicas como técnicas. O nome "Ayla" pode ser uma referência à série Earth's Children de Jean Auel, cuja protagonista também é uma garota alta, loira e de olhos azul chamada Ayla.


Magus (魔王 Maō) é o líder dos Mystics em 600 A.D. Antagonista da equipe por uma grande parte do jogo, Magus mais tarde se revela como a versão adulta de Janus, o jovem príncipe de Zeal de 12.000 B.C. Após um encontro com Lavos quando criança, ele é enviado através de um portal para 600 A.D., onde é adotado pelos Mystics e se torna seu líder. Após a destruição de Zeal, o jogador pode escolher entre matar Magus ou poupá-lo, deixando que o mesmo se junte ao grupo. No lançamento para DS do jogo, uma versão de Magus é encontrada, dizendo que o grupo pode ou não ser da mesma dimensão que ele. Ele encontra Schala em Time's Eclipse, fundida com Lavos e formando a criatura Time Devourer. Ele não consegue salvá-la e é enviado para longe por ela, descartando suas memórias em um ato de desespero. Mesmo sem suas memórias, ele sente que deve se lembrar do que gostaria de encontrar.
Magus luta usando uma foice, assim como uma combinação de todos os tipos de magia. Ao contrário dos outros personagens, ele não aprende técnicas em conjunto com outros e precisa de amuletos para isso.


Schala (サラ Sara) é a princesa do Reino de Zeal, no ano de 12.000 B.C., filha da Rainha Zeal e irmã de Janus. Tem uma índole muito humilde e generosa e é uma das poucas que não discrimina os habitantes de Algetty por sua incapacidade de manipular magias.Num incidente envolvendo Lavos, para salvar os heróis do jogo, ela desaparece sem deixar vestígios. No jogo Chrono Cross, o destino de Schala é revelado. Ela foi enviada à "escuridão além do tempo, onde nesse jogo se funde a Lavos. A fusão gera uma nova forma de vida chamada Time Devourer, a qual tem como objetivo devorar todo o espaço e tempo.
Antes que sua mente seja totalmente corrompida por Lavos, Schala ouve os prantos de Serge, uma criança prestes a morrer. Comovida, ela salva Serge e ainda cria uma clone de si mesma, que envia de volta à Terra. Sua esperança é a de que Serge e sua clone, posteriormente chamada Kid, ajudem a libertá-la de sua fusão com Lavos.


Os Gurus: Melchior da Vida, Gaspar do Tempo e Belthasar da Razão,  são três figuras de status que viviam originalmente no Reino de Zeal em 12000 B.C. Na tradução para o inglês, os três gurus receberam os nomes dos Três Reis Magos, mas na versão original, em japonês, Belthasar é chamado de Gasch (ガッシュ, Gasshu), Gaspar de Hash (ハッシュ, Hasshu) e Melchior de Bosch (ボッシュ, Bosshu).

   Melchior



Eles são sábios e conselheiros de Zeal e estavam entre os poucos que não discriminavam os habitantes de Algetty, que não possuíam o dom da magia. Quando a Rainha Zeal se tornou seduzida pela energia de Lavos, os Gurus tentaram impedi-la, o que levou Lavos a enviar cada um deles para uma era diferente no futuro: Melchior para 1000 A.D., Belthasar para 2300 A.D., e Gaspar para o End of Time.
Os anos dourados de Zeal chegam ao fim quando a Rainha Zeal busca dominar uma fonte poderosa e aparentemente eterna de energia que emana do fundo do oceano. Essa energia vem nada menos que do parasita alienígena Lavos, que caiu no planeta em 65.000.000 B.C e vem ficando cada vez mais forte. Sob a influência de Lavos, a rainha começa a ficar cruel e ambiciosa; obcecada com a construção de um palácio perto dessa fonte de energia, e manipulando-a, via Mammon Machine. Os gurus temem que a Mammon Machine faça Lavos despertar, e tentam fazer a rainha desistir de seus planos.
Como previsto, a Mammon Machine acaba por despertar Lavos, que destrói Crono e o reino mágico de Zeal e bane os três gurus, Janus e Schala para épocas diferentes. Nesse ponto, fica evidente que a Rainha Zeal considerava os três gurus (e também os filhos dela) um entrave a seu poder, e o banimento deles para diferentes eras foi uma forma de silenciá-los.


Lavos (ラヴォス Ravosu) é um parasita alienígena que caiu do espaço no ano 65.000.000 B.C. Seu impacto sobre o planeta resultou numa era glacial e resultará no acontecimento do apocalipse.
Lavos influenciou diretamente toda a tecnologia e forma de vida no planeta, evoluindo todas as formas de vida do planeta, para cultivá-las depois, e fazê-lo assim mais forte. Não se sabe muito sobre a origem de Lavos. Depois de colidir com o planeta, ele fica sob o subsolo do mesmo, ganhando forças em milhões de anos devorando o planeta. O nome Lavos foi criado por Ayla, que ao ver Lavos entrando na atmosfera, pegando fogo, o chamou de "Grande Fogo" ("La" significa fogo e "vos" significa grande).
Pelos anos 12.000 B.C., o Reino de Zeal começa a tornar-se poderoso utilizando a energia de Lavos com uma máquina conhecida como Mammon Machine. O poder de Lavos é utilizado para tornar a rainha mais poderosa e manter tal reino flutuando. A Rainha Zeal começa a se tornar muito ambiciosa com o poder de Lavos, e ordena a construção de uma espécie de usina de energia no fundo do oceano, para se captar melhor o poder de Lavos. Isso deixa aparentemente Lavos nervoso, e ele emerge do fundo da terra e ataca a superfície, voltando a imergir para o fundo do planeta logo em seguida.
Em 1.999 A.D., no "Dia de Lavos", ele emerge novamente e faz ocorrer uma chuva de fogo em todo o mundo, e sobe ao alto da montanha Death Peak, gerando descendentes que colonizarão outros planetas. No ano 2.300 A.D., os poucos humanos sobreviventes vivem em ruínas, sobre o solo queimado.
Depois que a turma de aventureiros descobre a viagem no tempo e o destino da humanidade, começa a viajar pelas eras a fim de destruir Lavos e criar um novo futuro.
Uma vez Lavos destruído, o jogo acaba, e um dos múltiplos finais do jogo é mostrado, que depende do que foi feito pelo jogador no jogo.


Zeal (ジール Jīru) é uma rainha sedenta por poder de 12000 B.C. que tentou controlar Lavos e absorver seus poderes. Apesar da devoção de Zeal o seu plano beirar a obsessão e a insanidade, certos diálogos do jogo sugerem que antes de descobrir o potencial de Lavos, ela era uma pessoa justa. Isso se reflete pelo amor incondicional de Schala pela mãe e pelos gurus, que a vêem como uma vítima e não como vilã. Ela torna-se o comandante do próspero Reino de Zeal depois que seu marido morre e a deixa com dois filhos: sua filha Schala (a mais velha) e seu filho Janus. Com o tempo, ela começa a ficar corrupta e ambiciosa devido à influência de Lavos. Ela usa sua filha para controlar a Máquina Mammon, que é usada para se extrair energia de Lavos do fundo do oceano. Esse poder de Lavos a domina por completo, fazendo-a agir em prol de Lavos. Depois do evento nomeado Queda de Zeal, a Rainha Zeal passa a morar no misterioso Black Omen, uma espécie de castelo-montanha flutuante, e passa a ser eterna.



Após essa gama de informações, pode-se concluir que Chrono Trigger foi um “Dança com lobos no espaço” (e sem ser azul) que deu certo (pelo menos em minha humilde opinião de mierda), pós também retira as melhores partes de seus precursores e logicamente, acrescenta alguma coisa que seria a obrigação (missão cumprida com louvor), mas a respeito de historia, parece uma fusão (e sem dancinha) bem sucedida de Dragon Ball e Final Fantasy, com uma pitada de viagem no tempo (mesmo sendo base o esquema de viagem ao passado do Zelda do SNES, eles acrescentaram a possibilidade da para o futuro), com a cara de Dragon Quest com design de Dragon Ball. Algo notório levando em consideração a equipe desenvolvedora do jogo ... nós so temos que agradecer que esta “mistureba” foi, continua e sempre será um dos maiores jogos, independente do tempo ou Epoch ... rsrsrs!!!!!

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